terça-feira, 20 de setembro de 2011

Showcase de Tatuagens na… Língua?

Tatuagens… Cada vez mais na moda, cada vez mais usadas, e cada vez mais extremas.
Como estas:










Meu, sei não…. :p

Tatuagens Solares: você conhece?

Final de semana, Verão, e para muita gente, isso quer dizer praia, piscina, e muito sol! Por isso, o post de hoje pode ser do seu interesse, se por acaso também gosta de tatuagens, mas não quer ter uma definitiva.
A moda das tatuagens solares vem pegando em vários países, e trazemos hoje alguns exemplos:






Claro que nem todas são recomendáveis…

Tatuagens? O que tá na moda mesmo são implantes!!

Ok, talvez não estejam tanto assim na moda, mas é cada vez maior o número de pessoas que resolve “decorar” o corpo com implantes dos mais variados tipos. Você arriscaria?








[Via]

Penelope Charmosa.

Preparadas para ver todas as cores da coleção Penelope Charmosa – Primavera/Verão 2012?

São 5 cores super fofas e ao contrário da primeira coleção que foi lançada (veja aqui), as cores são variadas e não apenas "rosinhas".

penelope1 Penelope Charmosa – Primavera/Verão

As novas cores são bem fofinhas e a nova embalagem também ficou melhor, pois agora da para ver bem a cor de cada esmalte.

penelope2 Penelope Charmosa – Primavera/Verão

Fiz o teste das cores da nova coleção Penelope Charmosa em unhas postiças, e deu para perceber as cores são "ralinhas", nas postiças eu passei apenas 2 camadas, mas tenho certeza que será preciso 3 camadas quando for usar realmente algum esmalte desta coleção.


Vamos ver?!

penelope3 Penelope Charmosa – Primavera/Verão

Não são fofinhos?!

penelope4 Penelope Charmosa – Primavera/Verão

Armadilha Tropical – Relax da Penelope – Toque de Penelope – Apuros em Miami – Bonequinha Charmosa

Sandálias abotinadas.

Seguir a moda é uma coisa muito complicada, cada hora aparece coisas diferentes que acabam não combinando com todo mundo, ou melhor, com todos os estilos.

Não basta apenas dizer que gosta de moda e sair por ai comprando tudo o que aparece, antes é muito importante ver o que combina com você e com seu estilo.

Vou dar o exemplo de uma novidade que já invadiu os shoppings e também os pés da mulherada, e requer cuidados redobrados antes de usar.

E a novidade é……..


sandalia bota Ta na moda!


Sandálias Abotinadas, uma mistura de sandália com bota, eu particularmente não gostei dessa novidade, já tive a oportunidade de ver de perto no shopping e foi ai que gostei menos ainda, mas gosto é gosto, e como já falei tem que ter muito estilo para usar, e é claro tem pessoas que ficariam ótimas usando essas sandálias abotinadas.

Quem acompanha desfiles de moda já teve a oportunidade de ver essa novidade nas passarelas, mas como nem sempre o que se usa nas passarelas vem para as ruas, era difícil de imaginar que essa moda sairia das passarelas para as ruas.

E para você que adora novidades e já ficou com vontade de comprar uma dessas, aposte no look: sandália abotinada + minissaias ou shorts.E ai o que acharam dessa novidade!?

Eu ainda prefiro usar ou apenas a sandália ou a bota ;)

Get up, Stand up

O stand up paddle cresce a remadas largas no mundo inteiro. Mostramos como está a cena no Brasil, damos as principais dicas para os iniciantes e contamos como foi a estreia do prodígio Gabriel Medina no esporte, a convite da Trip
Imagem: Anselmo Venansi
O big rider Haroldo Ambrósio (esq.) e o prodígio Gabriel Medina na session de stand up paddle em Maresias
O big rider Haroldo Ambrósio (esq.) e o prodígio Gabriel Medina na session de stand up paddle em Maresias
Só podia ser obra de Laird Hamilton. Depois que o Professor Pardal dos esportes na água resolveu cair no mar em cima de uma prancha gigante com um remo na mão o outside havaiano nunca mais foi o mesmo. Os jet skis do tow-in, outra de suas invenções, tiveram que aprender a dividir espaço com os remos do stand up paddle. OK, a ideia de remar de pé na prancha era costume antigo no Havaí, mas há muito estava esquecido. E é consenso entre os surfistas: bastou Laird começar a entrar nas ondas de North Shore com um remo, há poucos anos, para a remota tradição havaiana virar febre mundial.

A onda havaiana começou a quebrar timidamente no nosso litoral nos últimos dois anos. Agora, nas praias de São Paulo e do Rio de Janeiro já é difícil passar um dia sem ver ao menos um surfista remando no mar. “Outro dia parei pra contar. Eram 18 caras de paddle na água de uma só vez aqui no Guarujá (SP).” Quem contabiliza é Luis Felipe Gontier, o Pipo, dono da Gzero Tech, uma das maiores fabricantes de shapes para stand up no Brasil. E essa não é a única conta que Pipo tem feito. “Tenho fornecido shapes para novos fabricantes que estão comprando com mais regularidade e com um volume maior do que há um ano. Se antes eu fornecia pra dois caras, hoje já é para uma meia dúzia de fabricantes de prancha. E, se antes eles me pediam dez shapes a cada 30 dias, agora é a cada 20 dias.”

Quem também aproveita esse bom swell é Antônio Portinari, sócio da Art in Surf. O sobrinho-neto do pintor Cândido Portinari começou a importar pranchas de stand up no início de 2008, quando apresentou a novidade a alguns cariocas. O primeiro contêiner veio da China com 50 shapes. Nesse começo, Antônio transformou a garagem de sua casa em uma espécie de loja e vendeu tudo ali mesmo. A demanda cresceu e hoje já são três lojas pelo país – no Rio, em Garopaba (SC) e Santos (SP). “É verdade que o mercado de stand up costuma ser meio sazonal. Mas o esporte deu uma crescida intensa nos últimos três meses. Não teremos uma queda muito grande nas vendas quando acabar o verão”, diz. “Temos vendido uma média de 60 pranchas por mês. E ainda ganhei um representante no Nordeste, que vende muito para Fernando de Noronha.”

Medina ficou de pé e deu as primeiras remadas sem dificuldades. Coisa de garoto prodígio
A primeira vez de Gabriel Medina
“Olha, moleque, a primeira lição que você precisa ter é como carregar uma prancha desse tamanho.” Haroldo Ambrósio, um dos principais nomes do surf de ondas grandes no país, tinha razão. É preciso quase uma aula só pra conseguir carregar uma board de paddle. Algumas vêm com um buraco no meio para encaixar a mão, senão o jeito é equilibrar na cabeça. O moleque em questão, atento às instruções, era Gabriel Medina, surfista prodígio de 16 anos, conhecido por ser o mais jovem vencedor de uma etapa do WQS (World Qualifying Series) – e por não parar de surpreender juízes de surf mundo afora. A convite da Trip, Haroldo daria uma aula de stand up para Gabriel. Era a estreia de Medina nas remadas.
Imagem: Tim-McKenna.com
O californiano Laird Hamilton, considerado responsável pela explosão do stand up, surfa em Teahupoo, Taiti
O californiano Laird Hamilton, considerado responsável pela explosão do stand up, surfa em Teahupoo, Taiti
Na beira do mar de Maresias (SP), Haroldo colocou duas pranchas lado a lado e começou a dar as principais dicas. “Olha aqui, quando você for ficar de pé tem que colocar os dois pés alinhados ao mesmo tempo, virados pro bico da prancha. E nunca se esqueça do remo. Se vem uma onda e leva ele embora, você vai ter que ir atrás no braço.” O monólogo continuou com explicações de como trocar o remo de mão, como conseguir virar para entrar na onda etc. etc. “O que faz o surfista ter o equilíbrio é a remada, a propulsãom que gera movimento. Se você ficar em pé e conseguir dar as três primeiras remadas já vai ter uma estabilidade em cima da prancha. É parecido com uma bicicleta: quando você dá as primeiras pedaladas, ganha equilíbrio.”

Gabriel só ouvia e repetia os movimentos de Haroldo. Diante de seu silêncio, era impossível saber se ele realmente estava entendendo alguma coisa. A resposta veio no mar. Quando colocou a prancha na água, Gabriel deixou de parecer um iniciante no stand up. Ficou de pé e deu as primeiras remadas sem grandes dificuldades, apesar de nunca ter feito aquilo na vida. Coisa de garoto prodígio. Penou para conseguir entrar em algumas ondas, mas surpreendeu no geral. “O Haroldo deu dicas de como usar o remo, aí ficou mais fácil. O mais complicado é virar para entrar na onda. A prancha é muito grande, pesada. Tem que ser rápido, e isso atrapalha no equilíbrio”, resumiu Gabriel. Este repórter, iniciante no surf, bem que tentou fazer igual. Ficar de pé é simples, mas manter o equilíbrio nas primeiras remadas já não é das tarefas mais fáceis.

O mar de Maresias praticamente não tinha ondas no dia em que a session entre Haroldo e Gabriel aconteceu. Mas a vantagem do stand up é justamente não depender disso. O esporte cresce tanto também porque pode ser praticado longe do mar. Em São Paulo, por exemplo, a raia da USP (Universidade de São Paulo) recebe praticantes de paddle desde 2005. “Seria ideal ver o stand up em todos os lagos e lagoas do país. E isso é perfeitamente possível”, imagina Jairo Pontes, criador de uma escola de paddle na raia.

Mister M também surfa
A ideia de lançar uma associação de stand up paddle no Brasil começou a habitar a mente do big rider Romeu Bruno assim que ele soube da criação nos EUA da ASUPP (Association of Stand Up Paddle Professionals) em junho do ano passado. Por aqui o esporte já dava sinais de que deslancharia mesmo – e alguns campeonatos começavam a sair do papel. Foi a deixa para Romeu oficializar, em agosto, a ABSUP (Associação Brasileira de Stand Up Paddle). “A ideia é ter um circuito com suas categorias diferentes, tanto de remada quanto de surf”, explica. Mas esse objetivo ainda parece longe de ser alcançado. O site da associação – na verdade um blog – dá a impressão de que a entidade está parada. O último post é de setembro, quando aconteceu o 1º Campeonato Brasileiro de Stand Up Paddle nas ondas, em Ibiraquera (SC). Ainda assim, os planos para o futuro são ousados. “Queremos ser reconhecidos pela associação internacional e, de repente, fazer com que Ibiraquera se torne etapa do circuito mundial.” (leia a reportagem com Romeu Bruno na Trip # 169 em http://tinyurl.com/y932nbs).
Imagem: Anselmo Venansi
Haroldo mostra por que tem cacife para ensinar Gabriel Medina
Haroldo mostra por que tem cacife para ensinar Gabriel Medina
Projeto parecido tem o emblemático surfista mexicano Ángel Salinas. Conhecido por cair no mar usando máscaras de luta livre, ele se empenha para que uma etapa do mundial aconteça em Puerto Escondido, o lendário beach break na costa oeste do México, ainda este ano. “A ideia era que acontecesse em 2009, mas a crise financeira atrapalhou meus planos.” Ángel conheceu o stand up há três anos, quando Laird Hamilton desembarcou no Pipeline mexicano carregando um remo e pranchão. Se na época Ángel já era famoso por suas máscaras, ficou ainda mais popular por ser pioneiro em paddle surf no México. “Fui o primeiro a surfar de stand up por aqui. Agora, em Puerto Escondido, temos mais de dez surfistas da modalidade”, disse em entrevista por e-mail. “Ainda é novo, mas podemos dizer que o mundo ganhou um novo esporte”, acredita o mascarado.

O professor do prodígio

Haroldo Ambrósio é um curioso. Se não fosse, não teria pego do lixo, aos 7 anos, um pedaço de uma prancha de isopor para tentar pegar ondas no Guarujá (SP). Filho de um zelador, aprendeu a surfar assim, na raça, até ganhar de um amigo uma prancha de verdade, dois anos depois. Surfou anos na pranchinha, preferia esse estilo. Mas, além de curioso, Haroldo é inquieto. No início do ano 2000, na temporada havaiana, encasquetou com o novo esporte em que se surfava com a ajuda de um remo. Era o início do stand up paddle por lá, e Haroldo embarcou nessa. Voltou para o Brasil e, no improviso, começou a treinar em cima de um longboard – mais fino e estreito do que o ideal para o paddle. Na mesma época passou a se jogar de tow-in nos maiores vagalhões havaianos. Agora, aos 32, faz de tudo um pouco, mas dá preferência ao stand up. Pelo menos até que sua curiosidade o apresente a algum outro esporte de prancha.

Tipos de prancha

(da esquerda para a direita)


Para surf (pranchas de 8 a 11 pés):
1 - 8’10
2 - 9’6
3 - 10’

Para remada e travessia (12 a 18 pés):

4 - 12’6 bico arredondado
5 - 12’6 bico fino
6 - 13’

• O preço das pranchas varia de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Os remos – de madeira, alumínio ou carbono – vão de R$ 400 a R$ 1 mil.

Dicas de quem sabe*

• Para ficar de pé, ajoelhe e, com as mãos apoiadas, coloque os dois pés ao mesmo tempo na prancha, um ao lado do outro, virados para o nose. Nunca solte o remo para levantar

• Na remada, uma das mãos deve segurar a cabeça do remo e a outra o meio. Quando inverter o lado da remada, troque a posição das mãos. Não há regras para o número de remadas de cada lado.

• Olhe sempre para o horizonte para facilitar o equilíbrio.

• Use um remo proporcional ao seu tamanho. Para medir, coloque o remo ao seu lado com a pá para cima. No paddle surf, o encaixe entre a pá e o cabo do remo deve ficar abaixo do ombro. Para travessia, o encaixe deve estar acima do ombro, para que o movimento da remada seja mais alongado.

• Procure o centro da prancha durante a remada para não levantar o bico.

• Antes de fazer travessias, saiba a direção da ondulação e das correntezas.

• Espere a onda de frente para o oceano para ver a série. Ao escolher a onda, mude a base de apoio, deixando os pés virados para a lateral da prancha. Reme para fazer a virada e entrar na onda.

• Quando sentir que entrou na onda, coloque o peso do corpo no pé de trás, para não correr o risco de embicar.

• Na onda, use o remo para ajudar nas manobras e no apoio.

Resultado final do Volkswagen Kite Tour

Confira os vencedores da II Etapa do Campeonato Brasileiro de Kitesurf.

DEFINIDOS OS GRANDES CAMPEÕES DA SEGUNDA ETAPA DO VOLKSWAGEN KITE TOUR 2011, EM BARRA DO CUNHAÚ (RN)
Finais deste domingo (11/09), na Praia do Pontal, modificaram o ranking nacional. A partir de quarta-feira (14/09) a cidade recebe o Kitesurf Wind Riders, etapa brasileira do mundial de Freestyle
 

Neste domingo (11/09), último dia de competição da segunda etapa do VOLKSWAGEN KITE TOUR 2011, em Barra do Cunhaú (RN), foram realizadas as finais das três categorias. Durante todo o dia o público compareceu em peso à Praia do Pontal, onde viram de perto um verdadeiro show das pipas coloridas. A partir de quarta-feira (14/09), são as feras do Freestyle Mundial quem garantem o espetáculo no mesmo local.

A final da categoria Waves foi marcada pela inédita vitória de Bruno Bordovsky que, após uma bateria disputada ponto a ponto com o cearense Artur Moraes, consagrou-se campeão garantindo a primeira colocação do ranking brasileiro. Atrás de Artur, segundo colocado, ficaram Bruno Pitanga (BA) e Fábio Nunes (SC), que derrotaram o campeão da primeira etapa Fillipe Ferreira (RJ) na repescagem.

“Nessa minha primeira vitória no circuito me sinto realizado porque passei por baterias muito disputadas, com pessoas mais experientes do que eu, e que admiro muito no esporte. Mas além de vencer grandes nomes do esporte, garanti, por enquanto, a primeira colocação do ranking brasileiro. Liderar aumenta a responsabilidade e a vontade em vencer sempre. Espero manter esse resultado para as próximas etapas”, disse Bruno que recebeu a maior nota do campeonato.

No feminino, Milla Ferreira (RJ) confirmou o favoritismo e derrotou a também carioca Carol Freitas na única bateria da categoria. Com esse resultado Milla se mantém no topo do ranking, seguida por Carol Freitas e Nayara Licarião. Devido a uma contusão, o pentacampeão brasileiro, Guilly Brandão, não participou das competições da segunda etapa.

Já na Regata, categoria que segue as normas da Federação Nacional de Vela, os paraibanos Nayara Licarião e Wilson Bodete sobem ao topo do pódio mais uma vez e continuam na liderança do ranking. Nayara garantiu a vitória após deixar suas adversárias para trás nas oito provas realizadas. A segunda e terceira colocações ficaram com a americana Melissa Gil e Carol Freitas (RJ) respectivamente. Já no masculino, Bodete, que venceu cinco provas, foi derrotado apenas três vezes, duas pelo colombiano Ricardo Leccese e uma por Victor Adamo (SP), que não conseguiram tirar o paraibano da primeira colocação da etapa e do ranking nacional.

“É sempre muito bom vencer, mas sei que meus adversários estão indo para os campeonatos mais preparados. Vou treinar cada vez mais para manter o título de campeão brasileiro”, contou Bodete, que se mantém na primeira colocação do ranking nacional.

Categoria mais radical do Kite, o Freestyle fechou o evento com baterias duras e muito disputadas. Mais uma vez, destaque para os atletas do Ceará, que dominaram a competição e as primeiras colocações. Eudázio Silva repetiu o feito da primeira etapa ficando em primeiro lugar ao derrotar seu conterrâneo Evandro Silva. Entre as meninas, mais uma vez a paulista de Ilha Bela Bruna Kajyia se torna campeã, permanecendo no topo do ranking nacional. Adversária de Bruna na final, a cearense Martina D´Eustáquio se mantém na segunda colocação seguida por Carol Freitas (RJ).

“Acredito que esteja em uma boa fase. Machuquei o joelho no primeiro dia de competição após uma batida forte, mas iria competir de qualquer jeito, mesmo sentindo dor. Pretendo continuar com a mesma linha de manobras para garantir mais vitórias”, falou Eudázio que também participará do Mundial.

Por decisão da Associação Brasileira de Kite, Martina, de apenas 13 anos, recebeu o único wild card feminino para participar do Kitesurf Wind Riders, etapa brasileira do Campeonato Mundial de Freestyle. Bruna Kajyia, atual terceira colocada no ranking mundial está confirmada na competição. No masculino, Reno Romeu, que está em sétimo, compete em busca de uma melhor colocação. Serão distribuídos mais dois acessos masculinos ao Mundial.

“Continuo muito feliz com meu desempenho no Tour, mas a melhor notícia foi de ter ganho o Wild Card para concorrer no Mundial”, contou Martina.

Nesta temporada, o VOLKSWAGEN KITE TOUR 2011, que oferece R$ 120.000,00 em prêmios, passará por cinco estados. Depois das etapas do Ceará e Rio Grande do Norte, será a vez dos atletas da categoria Waves enfrentarem os ventos fortes de Florianópolis. Já as disputas no Freestyle e Regata acontece em Vitória (ES), de 17 a 20 de novembro. A grande final, que volta a reunir atletas de todas as modalidades, acontece no Rio de Janeiro de 15 a 19 de dezembro.

Uma realização da Dream Factory Sports e parte técnica a cargo da ABK e da CBVM, o Volkswagen Kite Tour 2011 tem o patrocínio da Volkswagen, co-patrocínio da Associação de Kitesurf e Surf do Estado do Rio Grande do Norte (AKSRN), Associação Viva Barra e Ministério do Turismo, além do apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte, Emprotur e Tam Viagens, operadora de turismo oficial do campeonato.  Também uma realização da Dream Factory Sports, a Etapa Brasileira do Circuito Mundial tem a parte técnica a cargo da PKRA.



RESULTADOS DA SEGUNDA ETAPA:

Categoria Waves:
Masculino:
1 – Bruno Bordovsky (CE)
2 – Artur Moraes (CE)
3 – Bruno Pitanga (BA)
     Fábio Neves (SC)
5 – Sebastian Ribeiro (SC)
6 – Filippe Ferreira (RJ)

Feminimo:
1 – Milla Ferreira (RJ)
2 – Carol Freitas (RJ)
3 – Mellissa Gil (Colômbia)
      Nayara Licarião ((PB)

Categoria Freestyle:
Masculino
1 – Eudázio Silva (CE)
2 – Evandro Silva (CE)
3 – Carlos Madson (CE)
4 – Rafael Souza (CE)
5 – Tomás Teixeira (CE)

Feminino:
1 – Bruna Kajyia (SP)
2 – Martina D´Eustáquio (CE)
3 – Carol Freitas (RJ)
4 – Melissa Gil (Colômbia)
5 – Samy Marins (SC)

Categoria Regata:
Masculino
1 – Wilson Bodete (PB)
2 – Ricardo Leccese (Colômbia)
3 – Roberto Veiga (SC)
4 – Victor Adamo (SP)
5 – Pedro Montenegro (PB)

Feminino
1 – Nayara Licarião (PB)
2 – Melissa Gil (USA)
3 – Carol Freitas (RJ)


RANKING BRASILEIRO APÓS DUAS ETAPAS:

Categoria Waves:
Masculino
1 – Bruno Bordovsky (CE) – 1800 pontos
2 – Fábio Nunes (SC) - 1710 pontos
3 – Fellipe Ferreira (RJ) – 1630
4 – Bruno Pitanga (BA) – 1390

Feminino
1 – Milla Ferreira (RJ) – 2000 pontos
2 – Carol Freitas (RJ) – 1800 pontos
3 – Nayara Licarião (PB) – 1620 pontos
4 – Stefânia dos Santos (CE) – 730 pontos
5 – Samy Marins (SC) – 680 pontos

Categoria Freestyle:
Masculino
1 – Eudázio Silva (CE) – 2000 pontos
2 – Evandro Silva (CE) – 1630 pontos
3 – Tomás Teixeira (CE) – 1580 pontos
4 – Carlos Madson (CE) – 1490 pontos

Feminino
1 – Bruna Kajyia (SP) – 2000 pontos
2 – Martina Santos (CE) – 1800 pontos
3 – Carol Freitas (RJ) – 1620 pontos
4 – Samy Marins (SC) – 1410 pontos

Categoria Regata – Por conta de protestos, o ranking nacional ainda não foi divulgado.














A bloggeira mas louca do momento..

Minha foto
sou Liliam Fernanda ,casada tenho 25 anos tenho dois filhos Julliana e Victor que são as coisas mais importantes da minha vida, há é eu sou muito feliz.....

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